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	<title>Sem Lenco e Sem Documento</title>
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	<description>Viagens do Casal Julye e Cássio</description>
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		<title>Ouro Preto/MG</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 00:23:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cassio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade Histórica]]></category>
		<category><![CDATA[Monumentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim que chegamos na cidade, fomos para a Pousada Burgalhau, um pouco distante do centro, cerca de 500 m.  Não sabia disso, mas já era tarde e decidimos ficar por lá e ver no outro dia o que faríamos.  Estava &#8230; <a href="http://www.semlencoesemdocumento.com.br/2011/08/16/ouro-pretomg/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim que chegamos na cidade, fomos para a <strong>Pousada Burgalhau</strong>, um pouco distante do centro, cerca de 500 m.  Não sabia disso, mas já era tarde e decidimos ficar por lá e ver no outro dia o que faríamos.  Estava tudo bem, um quarto honesto (boa relação custo x benefício),  até wi-fi tinha.  Estacionamento também, coisa que nem todas as pousadas têm.  Pela manhã, já nos animamos com o barulho do preparo do café da manhã.  Ficamos imaginando as delícias que um autêntico café mineiro iria nos oferecer.  Tamanha a nossa decepção (grandes expectativas, grandes decepções), quando encontramos alguns poucos pedaços de queijo branco velho, presunto, pão, umas poucas frutas feias, um suco, café e leite.  Era só.  Não podíamos nos submeter aquele café da manhã.</p>
<p>Estávamos indo para outra pousada e decidimos parar no Centro de Informações para pegar um mapa da cidade.  Este CI é mantido pela Associação dos guias locais e o mapa custa R$ 5,00.  Foi bom termos parado ali, pois eles dispõe dos contatos das pousadas e a tabela de preços promocionais, diferentes dos anunciados.  O atendente telefonou para algumas pousadas e uma delas, a Pousada Ouro Preto, nos agradou muito, mas só teriam resposta de vaga depois do almoço.  Como era caminho da que estávamos indo, passamos lá e, por sorte, um casal estava de saída.  E o preço era ainda menor do que dito pelo atendente (claro).  Enquanto esperávamos, nos serviram bolo de milho e suco!  Só então nos sentimos realmente em Minas.</p>
<p>A <strong>Pousada Ouro Preto</strong> era o que queríamos:  estacionamento, wi-fi, frigobar e o básico (TV, banheiro individual e café da manhã).  Fica próxima ao centro e ainda tem um mimo:  chá das 5 h.  Café, chá, biscoitos, torradas ou bolo.  O café é ótimo, rendendo elogios de uma colombiana que não toma café nacional.  A mesa de café é única e numa das tardes tínhamos como companhia americanos, franceses e australianos.  A pousada foi um dos motivos que fizeram de Ouro Preto o lugar que mais gostamos nesta viagem.  Também foi onde encontramos pão de queijo, até então não havíamos visto um sequer.</p>
<p>Esta viagem à Ouro Preto e arredores era a que mais queria fazer, já há alguns anos.  Não esperava que fosse gostar tanto, superou as minhas expectativas e também as do Cassio (traumatizado com algumas cidades, que se dizem históricas e têm meia dúzia de casas preservadas).    As coisas que mais gosto de fotografar são casas antigas e igrejas (curioso, já que não sou religiosa).  Ouro Preto tem um centro grande, preservado, muitas igrejas, museus, muita coisa para se fazer.</p>
<p>O centro não é tão grande e é meio complicado andar de carro, não compensa.  Saímos caminhando pela cidade tentando nos organizar de acordo com o mapa que compramos.  Atenção ao horário de visitação das igrejas e museus, alguns lugares só abrem à tarde.  As visitas ao interior das igrejas são pagas (entre R$ 2 e R$ 6,00) e não é permitido fotografar.  Se não for entrar em todas, não deixe de ver ao menos a <strong>Matriz de Nossa Senhora do Pilar</strong>, com muitos ornamentos em ouro e onde funciona o <strong>Museu de Arca Sacra</strong>.  A Matriz impressiona.  A <strong>Igreja de São Francisco de Assis</strong> conta com obras de Aleijadinho e teto pintado por Mestre Athayde.  A <strong>Igreja de N. Sra. das Mercês e Misericórdia (Mercês de cima)</strong> é simples, mas tem boa vista da cidade.  A <strong>Igreja de São Francisco de Paula</strong>, mais ao alto, também oferece uma boa vista da cidade.  Não visitamos o interior, pois estava fechada.  A <strong>Matriz de N. Sra. do Carmo</strong> é aquela que aparece nas clássicas imagens de Ouro Preto e o <strong>Museu do Oratório</strong> funciona ao lado.  Não tínhamos interesse no Museu.  Anexo a <strong>Matriz N. Sra. da Conceição</strong> funciona o <strong>Museu Aleijadinho</strong>.  A <strong>Igreja Santa Efigênia ou de N.Sra. do Rosário do Alto da Cruz</strong> e a <strong>Capela N. Sra. do Rosário dos Brancos ou do Padre Faria</strong> ficam mais distantes do centro e é preciso subir uma ladeira íngreme.  A igreja está sendo restaurada e, ao menos enquanto não terminarem, não vale o esforço para visitá-las, já que uma fica no caminho para a outra.  A pousada onde ficamos era logo abaixo da <strong>Igreja de N. Sra. das Mercês e Perdões (Mercês de baixo)</strong>, também fechada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"><a title="Igreja Nossa Senhora do Pilar - Ouro Preto - MG by Cassio Rogério, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/sricanesh/3305212028/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3572/3305212028_2bb5499ef5.jpg" alt="Igreja Nossa Senhora do Pilar - Ouro Preto - MG" width="500" height="333" /></a>;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <strong>Museu da Inconfidência</strong> (R$ 6,00) é indispensável.  Bonito e bem organizado, dispõe de computadores com recursos interativos onde é possível conhecer um pouco mais da história do movimento e seus personagens.  Em frente, fica o <strong>Museu e Ciência e Tecnologia</strong> (R$ 5,00), antigo Museu de Mineralogia, anexo a Escola de Minas/UFOP.  O Museu tem uma das maiores coleções do mundo, dividida em setores temáticos, onde estão distribuídas amostras de minério do mundo inteiro, além de equipamentos de mineração e outros objetos relacionados.</p>
<p>No centro ainda estão a <strong>Casa, o Chafariz</strong> e o <strong>Parque Horto dos Contos</strong>, <strong>Teatro Municipal</strong>, as casas dos personagens da Inconfidência, além de outros lugares citados como atrações mas que dispensamos.  Vimos os pontos que consideramos mais importantes.</p>
<p>Um passeio muito popular é a visita a <strong>Mina da Passagem</strong>, localizada em Mariana, onde é possível descer as galerias subterrâneas.  Eu passo.</p>
<p>Não encontramos muitas opções de alimentação.  Almoçamos no <strong>Restaurante Quinto do Ouro</strong>, buffet por quilo com opções da cozinha mineira.  Também tem buffet de sobremesas:  cocada mole, brigadeiro (em Minas, não é de leite condensado), doces de frutas, queijo&#8230;  O sobe e desce das ladeiras ameniza a culpa.</p>
<p>Pão de queijo só encontramos um lugar especializado:  o <strong>Cantinho do Pão de Queijo</strong>, onde além da versão tradicional, dá pra escolher um recheio:  bacon, musarella, legumes, linguiça, entre outros.</p>
<p>Para tomar um café ou um chocolate quente, a <strong>Chocolates Ouro Preto</strong>, com duas lojas na cidade, tem algumas opções.  Dispense as trufas (o chocolate é doce e o preço salgado!) e prefira o cone de trufa tradicional da <strong>Puro Cacau</strong> (sem pensar nas calorias).  A casquinha é de chocolate ao leite, mas o recheio é bom, lembra mais uma trufa.  Ainda assim, revelou-se um mito, como o chocolate de Gramado.  Não é bairrismo, mas chocolate como o da Orion, de Blumenau, não se encontra por aí.  Mas continuaremos tentando, é claro.</p>
<p>No centro, como não poderia deixar de ser, há muitas lojas que vendem pedras preciosas e semi-preciosas.  Há também lojas especializadas em cachaça, boa opção de lembrança.  Outro lugar legal para compras é a praça dos artesãos, onde o que mais se encontra são peças em pedra sabão e outras pedras utilizadas para a confecção de bijuterias e artigos de decoração.  É possível acompanhar o trabalho dos artesãos, pois alguns deles confeccionam as peças no local.</p>
<p>A cidade abriga a <strong>UFOP</strong> (Universidade Federal de Ouro Preto) e uma unidade da <strong>CEFET</strong> (Centro Federal de Educação Tecnológica) e vários dos seus casarios são repúblicas de estudantes.</p>
<p>Subindo a primeira rua antes da Igreja de N. Sra. das Mercês e Misericórdia chega-se ao <strong>Morro de São Sebastião</strong>, onde fica um mirante que permite uma vista panorâmica da cidade.  Outro mirante que descobrimos sem querer, por termos nos perdido, foi um que fica dentro do estacionamento da UFOP, próximo ao Departamento de Geologia.  Naquela região fica a <strong>Casa dos Inconfidentes</strong>, apontada como uma atração, mas classificada por nós como dispensável.  Segundo o professor da UFOP que nos indicou o caminho &#8220;é uma casa no meio do mato, uma casa comum&#8230;&#8221; Depois emendou, não querendo desestimular o turismo local:  &#8220;&#8230;mas uma casa bonita, naquele estilo barroco, bonita.&#8221;  Apreciamos a vista e fomos embora.</p>
<p>Ouro Preto e outras cidades da região têm Carnaval e algo que parecia ser um ensaio aconteceu algumas noites em frente à Matriz N. Sra. da Conceição, fazendo o batuque ecoar longe.</p>
<p>Vale a pena sair à noite e ver as ruas iluminadas.  Pra quem sente muito frio (meu caso), é melhor levar um casaco, porque a temperatura cai à noite e pela manhã.</p>
<p>Os trechos entre Petrópolis e Arraial e de lá até aqui foram muito cansativos e gostamos tanto de Ouro Preto que decidimos ficar mais um dia.  Com certeza, voltaremos!</p>
<p><strong>Endereços:</strong></p>
<p><strong>Pousada Ouro Preto</strong>:  Largo Musicista José dos Anjos Costa, 72 &#8211; Tel.:  (31) 3551-3081<br />
<strong>Restaurante Quinto do Ouro:</strong>  R. Conde de Bobadela, 76<br />
<strong>Trem da Vale:</strong>  <a href="http://www.tremdavale.org/">www.tremdavale.org</a></p>
<p><strong>Outras pousadas:</strong></p>
<p><strong>Pousada Turismo:</strong>  R. João Pedro Silva, 111 &#8211; Tel.:  (31) 3551-3322<br />
<strong>Pousada Bela Vista:</strong>  R. Padre Rolim, 964 &#8211; Tel.:  (31) 3551-3639<br />
<strong>Pousada Dona Denis:</strong>  R. São Miguel Arcanjo, 175 &#8211; Tel.:  (31) 3551-1947<br />
<strong>Pousada Nello Nuno:</strong>  R. Camilo de Brito, 59 &#8211; Tel.:  (31) 3551-3375</p>
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		<title>Ferias Verao 2009</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 13:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cassio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiro]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
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		<category><![CDATA[planilha]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Com certeza, essas férias foram condizentes com o que se espera delas.  Apesar do cansaço da estrada, principalmente porque alguns trechos foram longos, das caminhadas pelas cidades, que faziam com que estivéssemos mortos de cansados no fim do dia, do sol que não deu trégua, valeu a pena.  Falando em sol, não podemos nem reclamar dele, tivemos muita sorte.  Desde o ano passado tem dado vários períodos de chuva em quase todo o país, mas conseguimos viajar tranqüilos.  A idéia de inverter a ordem do roteiro nos ajudou.  Fomos à Bahia antes de Minas para arriscar pegar tempo bom na volta, já que lá estava chovendo e não tinha previsão de tempo bom nos dias que seguiriam.  Foi o que aconteceu.  Somente no último dia em Ouro Preto choveu, ainda assim, no fim da tarde.  A chuva só atrapalhou nosso plano de ir a São Tomé das Letras, mas já combinamos que na próxima vez em que formos a Paraty iremos até lá.</p>
<p>Ficamos satisfeitos com o roteiro que escolhemos.  Paraty e Arraial eu já conhecia, mas são cidades a serem visitadas vez ou outra.  Ouro Preto foi uma surpresa muito boa.  Por vários fatores, não apenas pela cidade em si, foi o lugar onde fomos mais felizes.</p>
<p>Decidimos compartilhar o demonstrativo das nossas despesas para provar como uma viagem dessas pode não custar tão caro como se imagina.  A proposta do blog é justamente esta:  compartilhar nossas experiências com quem procura opções boas e baratas para viajar.  Poderíamos ter gasto menos, mas ainda assim saiu mais barato do que o previsto.  Abaixo de cada post listamos algumas pousadas pesquisadas e que pareceram ser opções baratas.  Não podemos dizer mais sobre elas, se alguém conhecer, fique à vontade para dar sua opinião.</p>
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		<title>Mariana/MG</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 21:50:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cassio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cidade Histórica]]></category>
		<category><![CDATA[Monumentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Pegamos o trem da Vale em Ouro Preto com destino a Mariana, com saída às 11:00 horas (R$ 30,00 ida e volta por pessoa).  O passeio é bonito e dura cerca de uma hora.  Fomos direto para o centro histórico &#8230; <a href="http://www.semlencoesemdocumento.com.br/2009/02/07/marianamg/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pegamos o <strong>trem da Vale</strong> em Ouro Preto com destino a Mariana, com saída às 11:00 horas (R$ 30,00 ida e volta por pessoa).  O passeio é bonito e dura cerca de uma hora.  Fomos direto para o centro histórico e pensamos que o tempo seria curto, já que o horário de retorno do trem a Ouro Preto era às 13:00 horas e ameaçava chover.  O centro da cidade é simpático, tem algumas construções históricas, mas nada comparado a Ouro Preto.</p>
<p>As principais atrações são a <strong>Casa de Câmara e Cadeia</strong>, atual Câmara de Vereadores, em frente às <strong>Igrejas de São Francisco de Assis</strong> e<strong> N. Sra. do Carmo</strong>, a <strong>Catedral Basílica da Sé</strong> e a <strong>Basílica de São Pedro dos Clérigos</strong>, esta última erguida sobre um morro e que destoa das demais da cidade e região pela fachada em arenito.</p>
<p>Na cidade fica a <strong>Mina da Passagem</strong>, mina de ouro desativada onde é possível visitar as galerias subterrâneas.  Eu passo.</p>
<p>O tempo foi suficiente, já que não paramos para almoçar e retornamos para a estação, pois começou a chover.  Com tempo livre, assistimos ao breve vídeo apresentado no &#8220;vagão dos sentidos&#8221;.  Não sei o motivo do nome, mas se trata apenas de vídeos que somam alguns poucos minutos (amém!) com imagens aleatórias relacionadas à região e com um fundo musical.  A poltrona é confortável.</p>
<p>O retorno foi pelo mesmo lugar, o que acaba sendo entediante, porque você já viu aquilo tudo antes.  A opção é voltar de ônibus.  Quando estávamos chegando, desabou a maior chuva e esperamos por um táxi (por sorte em frente à estação tem um ponto).</p>
<p>Os horários do trem mudaram no mesmo de fevereiro, agora a saída de Ouro Preto é às 10:00 horas e o retorno de Mariana às 16:00 horas.  O tempo antes era suficiente, mas assim fica mais tranqüilo.</p>
<p><strong>Endereço:</strong></p>
<p><strong>Trem da Vale:</strong>  www.tremdavale.org</p>
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		<title>Paraty/RJ</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 21:57:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cassio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Saimos de Caraguá às 08:00 horas e chegamos em Paraty por volta de 11:00 horas.  Descarregamos as coisas na Pousada Lua Nova, que eu já conhecia, tem uma boa relação custo X benefício e fica próxima ao centro histórico. Fomos &#8230; <a href="http://www.semlencoesemdocumento.com.br/2009/01/27/paratyrj/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saimos de Caraguá às 08:00 horas e chegamos em Paraty por volta de 11:00 horas.  Descarregamos as coisas na <strong>Pousada Lua Nova</strong>, que eu já conhecia, tem uma boa relação custo X benefício e fica próxima ao centro histórico.</p>
<p>Fomos dar uma volta no centro até a hora do almoço.  O Cassio ficou impressionado, pois pensava que Paraty era dessas cidades que se denominam históricas mas têm apenas 2 ou 3 prédios preservados.  Das cidades históricas que visitei até agora, é a minha favorita (até agora, porque não sei o que vem pela frente).  Muitos lugares só abrem à noite.</p>
<p>Almoçamos no <strong>Grão da Terra</strong>, restaurante com opções ovo-lacto e veganas, que fica há duas casas da pousada.  O cardápio do dia era lasanha de berinjela à bolonhesa (de soja) ou quiche de abobrinha e tomate seco, com arroz integral, caldinho de lentilha e salada.  Pedimos um prato de cada para podermos provar dos dois.  Ótimos, mas gostamos ainda mais da quiche.  O restaurante serve ainda sucos variados, com combinações de frutas e hortaliças.  De sobremesa, sorvetes com cardamomo e outros ingredientes inesperados.  Não nos aventuramos nos sorvetes, preferimos garimpar a sobremesa em outro lugar.  O preço é salgado para um PF vegetariano, nossa conta deu R$ 52,00.  No centro histórico descobrimos que este é o preço de filé mignon com vinho argentino para duas pessoas.  É ilusão pensar que comida sem carne é mais barata, mas como em Blumenau não tem e não é sempre que encontramos um restaurante vegetariano, vale a pena.  Voltando ao restaurante, como tem wi-fi, pedimos a senha e o engraçado foi que o proprietário veio perguntar ao Cassio se estava funcionando, em inglês.  Como eu havia previsto, isto aconteceu também na praça, quando um guia veio perguntar de onde ele era, em alemão, ouvindo a resposta em português.  Com essa estampa e como vamos ainda em outros destinos populares entre estrangeiros, certamente acontecerá de novo.  Enquanto não cobrarem de nós três vezes o preço normal, tudo bem.</p>
<p>À tarde, continuamos nossa caminhada pelo centro histórico.  Como as pedras são irregulares, é bom usar um calçado que fique firme nos pés, como uma papete ou tênis.  Fui de Havaianas e ela escorregava às vezes.  No centro tem muitas lojinhas com arte, artesanato, roupas e empórios onde o produto principal é a cachaça.  Até geléia de cachaça se encontra aqui.  Com um mapa encontrado no centro de informações, na entrada da cidade, fica mais fácil saber os nomes das construções, mas encontrá-las é fácil.  Estive lá duas vezes, mas conheci só uma praia.  Desta vez, até tinhamos planejado das uma volta nas praias, mas o mau tempo não ajudou.  Na próxima, já temos o que fazer.  Para quem gosta, também há passeios de barco.</p>
<p>Paramos no <strong>Restaurante Coupê</strong>, ao lado da Praça da Matriz, onde se localiza a igreja de mesmo nome.  No cardápio, uma iguaria gastro-erótica:  punheta de bacalhau.  Perguntei o que era e a garçonete virou-se para dentro do restaurante e perguntou o que era a tal punheta de bacalhau.  Ainda bem que ela disse o nome completo do prato.  Enfim, estava na seção de “pães e patês”, “ora, pois”.</p>
<p>O clima estava instável:  nublado, mas quente e choveu no fim do dia.  Passamos no Supermercado Rosado e abastecemos a geladeirinha para o trajeto de amanhã, até São Tomé das Letras.</p>
<p><strong>Endereços:</strong></p>
<p><strong>Pousada Lua Nova</strong> &#8211; R. Mal. Deodoro, s/n &#8211; Tel.:  (24) 3371-2345/9821-2380</p>
<p><strong>Grão da Terra </strong>- R. Mal Deodoro, 10 &#8211; Tel.:  (24) 3371-8627</p>
<p><strong>Outras pousadas:</strong></p>
<p><strong>Pousada Marendaz</strong>:  R. Dr. Derly Ellena, 09 – Tel.:  (24) 3371-1369<br />
<strong>Pousada Solar do Algarve</strong>:  R. Derly Ellena, 28 &#8211; Tel.:  (24) 3371-1173<br />
<strong>Azaléia Pousada</strong>:  Praça João Miranda, 13 – Tel.:  (24) 3371-1409<br />
<strong>Pousada Coco Verde</strong>:  R. Rua João Luiz do Rosário, 03 – Tel.:  (24) 3371-1039<br />
<strong>Gil’s Suítes</strong>:  R. João Claudino, 12 – Tel.:  (24) 3371-6227<br />
<strong>Pousada do imperado</strong>r:  Av. Nossa Senhora dos Remédios, 27 – Tel.:  (24) 3371-1413<br />
<strong>Pousada Gabriela</strong>:  R. Presidente Pedreira, 20 B – Tel.:  (24) 3371-1614/3371-1066<br />
<strong>Pousada Parque Imperial</strong>:  R. Waldemar Mathias, 41 – Tel.:  (24) 3371-3118</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Caraguatatuba</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jan 2009 21:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cassio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiro]]></category>
		<category><![CDATA[ferias2009]]></category>

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		<description><![CDATA[Saimos de Blumenau pouco antes das 07:00 horas, almoçamos no Graal de Registro/SP e depois fizemos uma parada em São Paulo.&#160; Chegamos em Caraguatatuba por volta das 19:00 horas e ficamos hospedados na casa do nosso amigo Alu.&#160; À noite, &#8230; <a href="http://www.semlencoesemdocumento.com.br/2009/01/26/caraguatatuba/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saimos de Blumenau pouco antes das 07:00 horas, almoçamos no Graal de Registro/SP e depois fizemos uma parada em São Paulo.&#160; Chegamos em Caraguatatuba por volta das 19:00 horas e ficamos hospedados na casa do nosso amigo Alu.&#160; À noite, fomos dar uma caminhada e comer esfihas no Al Badah, na avenida da praia.</p>
<p>Caraguá é bem movimentada, acontecem vários shows nacionais e internacionais na praia, tem várias opções de lazer e, o que é melhor, fica próxima a Ilhabela, Ubatuba, São Sebastião, entre outras cidades.&#160; Há dois anos passamos uma semana por lá, visitamos as cidades vizinhas e esticamos até Paraty e Angra dos Reis.&#160; Gostei tanto que estou voltando.</p>
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		<title>Review GPS Garmin 60CSx</title>
		<link>http://www.semlencoesemdocumento.com.br/2008/05/02/review-gps-garmin-60csx/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 20:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cassio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[equipamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem gosta de uma aventura em um lugar desconhecido, ou mesmo para se localizar dentro da selva de pedra, o receptor de GPS é um equipamento quase que obrigatório. Sempre gostei de pegar uma boa (ou melhor, quanto mais &#8230; <a href="http://www.semlencoesemdocumento.com.br/2008/05/02/review-gps-garmin-60csx/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://farm3.static.flickr.com/2363/2245566614_867089e8bf.jpg" target="_blank"><img style="margin: 0px 10px 0px 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2363/2245566614_867089e8bf_m.jpg" alt="" width="112" height="163" align="left" /></a>Para quem gosta de uma aventura em um lugar desconhecido, ou mesmo para se localizar dentro da selva de pedra, o receptor de GPS é um equipamento quase que obrigatório.</p>
<p>Sempre gostei de pegar uma boa (ou melhor, quanto mais ruim, melhor!) estrada de chão e ir em locais menos conhecidos. Confesso no entanto que como bom nerd, minha paixão por gadgets também contou muito na minha decisão de compra!</p>
<p>Fazem quase 6 meses que estou com o 60CSx e hoje já o considero ítem indispensável na minha <a href="http://www.semlencoesemdocumento.com/" target="_blank">mochila de viagem</a>.</p>
<p>[more]</p>
<p>A primeira pergunta que os mais incrédulos me fazem quando me vêem com o GPS é &#8220;Para que isso? Não basta um mapa?&#8221;. No meu caso uso o GPS para várias tarefas: saber onde estou, saber para onde ir, saber como ir, descobrir pontos de interesse que me interessam (restaurantes, hotéis, pontos turísticos), achar trilhas off-road, registrar pontos de interesse ainda não registrados para <a href="http://www.tracksource.org.br" target="_blank">compartilhar</a>com outros possuidores de GPS e ver a hora certa &#8211; sim, com o GPS também posso ver as horas já que tenho o horário preciso vindo dos satélites!</p>
<p>A escolha pelo 60CSx foi relativamente fácil: primeiramente, como gosto de fazer trilhas a pé para mim era evidente que eu precisaria de um GPS &#8220;de mão&#8221; ( o que de cara descartava todos os navegadores automotivos). Nessa categoria o <a href="http://www.google.com/url?sa=t&amp;ct=res&amp;cd=2&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.garmin.com%2Fproducts%2Fgpsmap60csx&amp;ei=-YypR7OKIqXaeb-i0eYP&amp;usg=AFQjCNGX7Y1-__QKM5PZDIsKfpkYrLbWAA&amp;sig2=82tbGrRV0NWuTRxN8_whOw" target="_blank">Garmin 60 CSx</a> era (<a href="http://gpstracklog.typepad.com/gps_tracklog/2008/02/top-10-gps-for.html" target="_blank">e ainda é</a>) o mais popzinho.</p>
<h4>O hardware</h4>
<p>O Garmin 60CSx é feito para quem precisa dele em qualquer situação, seja no carro, na bicicleta ou a pé. A parte inferior, onde você o segura, é toda emborrachada (a borracha não é das melhores, ela fica com sinais de uso facilmente), com relevos para facilitar a sustentação. Você pode operar todos os controles com apenas uma mão. A tela não é touch-screen.</p>
<p>Como acessório, na caixa vem apenas uma alça de punho e um clip de engate para você pendurá-lo no cinto ou diretamente na calça/bermuda/etc. Eu usei o clip para fixar o GPS no painel do carro(veja a gambi na foto mais acima), mas você pode encontrar suportes apropriados para colocar o 60CSx no painel do carro e também em bicicletas.</p>
<p>O gps é alimentado por 2 pilhas AA. Eu uso pilhas recarregáveis da Sony de 2500mAh que duram em média 3 dias (direto) no <a href="http://farm3.static.flickr.com/2273/2245595698_5651f96baf.jpg" target="_blank"><img style="margin: 0px 0px 0px 5px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2273/2245595698_5651f96baf_m.jpg" alt="" width="158" height="105" align="right" /></a><br />
GPS. Quando estou no carro utilizo um cabo de energia ligado no acendedor de cigarro. <strong>Dica:</strong> o cabo original da Garmin custa relativamente caro. Eu utilizo no lugar dele um cabo para celular V3 da Motorola (com conector mini-USB, conforme a foto do lado). Preferi comprar um original da Motorola ao invés desses de origem duvidosa, pois não quero arriscar. O 60CSx não tem função de recarga, ou seja, enquanto estiver ligado na bateria do carro, as pilhas não são recarregadas.<br />
Se o seu carro tem aquela característica de sofrer uma queda de tensão ao dar a partida na chave, é interessante você desconectar o aparelho antes de virar a chave para eliminar eventuais riscos de queima.</p>
<p>A Garmin garante que ele pode ficar submerso por 30 minutos a até 1 metro de profundidade. Ainda não arrisquei isso, mas ele vive recebendo água de chuva, mãos molhadas, etc, sem reclamar.</p>
<p>O preço mais alto desse GPS é em parte devido à utilização do chip <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/SiRFstar_III" target="_blank">SIRF III</a>. Esse chip é mais sensível e preciso que as gerações anteriores (e ainda encontrada em muitos navegadores e gps mais baratos). O tempo de &#8220;partida fria&#8221; (quando você o liga após muito tempo sem uso ou longe de onde você o desligou) é de menos de um minuto em média, dependendo da &#8220;visada&#8221; que você tem dos satélites. Para o 60CSx bastam 3 satélites para determinar a posição, mas quanto mais satélites visíveis, mais precisa será a localização (na primeira foto você pode ver a tela onde são mostrados os satélites que o GPS está &#8220;vendo&#8221; e qual a intensidade do sinal).</p>
<p>A maior precisão que encontrei até agora foi de 5 metros o que é considerado muito bom. Claro que 5 metros ainda está mais para margem de erro do que precisão.</p>
<h4>O software</h4>
<p>Apesar de recentemente ter saído <a href="http://gpstracklog.typepad.com/gps_tracklog/2008/02/garmin-colorado.html" target="_blank">uma linha nova</a> de GPS da Garmin com um novo software, considero a interface do 60CSx bastante prática, com excesão do teclado virtual.</p>
<h5>Navegação</h5>
<p><a href="http://farm3.static.flickr.com/2118/2245568200_9b02a55958.jpg" target="_blank"><img style="margin: 0px 5px 0px 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2118/2245568200_9b02a55958_m.jpg" alt="" width="94" height="137" align="left" /></a> A função mais requerida atualmente de um GPS é indicar o caminho a ser seguido. Apesar de o 60CSx fazer isso muito bem, não  recomendo ele se esse for o único uso que você dará ao seu GPS por alguns motivos: a) A tela é muito pequena para ser facilmente <img src="http://farm3.static.flickr.com/2121/2244773671_022094140b_m.jpg" alt="" width="99" height="144" align="right" />vista enquanto você dirige, b) ele não possui aquela voz sexy lhe dizendo &#8220;vire para a direita, vire para a esquerda, troque de faixa&#8221;; c) uma certa dificuldade de se encontrar mapas roteáveis para ele para todas as cidades do Brasil.</p>
<p>No meu caso, como não é esse meu uso primário, ele me atende muito bem na função de navegador. Os mapas para ele consigo no projeto comunitário <a href="http://www.tracksource.org.br">www.tracksource.org.br</a> .</p>
<p>Muito (muito mesmo) raramente o GPS dá uma travada geral. Isso acontece principalmente em alguns cruzamentos ou rotatórias. Não sei se é algum problema do GPS ou dos mapas.</p>
<h5>Localização</h5>
<p><img style="margin: 0px 5px 0px 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2242/2245567418_6f37ff27d1_m.jpg" alt="" width="85" height="119" align="left" /> Se a região onde você estiver possui um mapa(seja ele vindo do tracksource.org.br ou da própria Garmin), sua localização vai estar no mapa. Caso contrário, você vai ter que usar todo seu conhecimento de cartografia para se localizar pelas coordenadas <img src='http://www.semlencoesemdocumento.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Esse modelo possui o recurso de <em>trackback</em>: digamos que você vá entrar em uma região desconhecida, uma mata fechada, por exemplo, e que você não tenha certeza de que vai saber voltar. Você pode ativar o <em>tracklog</em> para ele ir gravando o percurso que você fez e quando você quiser voltar, ativa o <em>trackback</em> para ele lhe indicar o caminho de volta.</p>
<p>No mapa você pode ver também os pontos de interesse como por exemplo, os hotéis que estão perto de você.</p>
<h5>&#8220;Diário de Bordo&#8221;</h5>
<p><img style="margin: 0px 5px 0px 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2263/2245566994_2cce5369db.jpg" alt="" width="96" height="136" align="left" /> O 60CSx vai registrando e acumulando várias informações interessantes como distância percorrida (total e parcial), velocidade média, velocidade máxima,tempo parado, tempo andando, etc.</p>
<p>A velocidade exibida pelo GPS é a real pois é a razão tempo/distância percorrida entre cada ponto de registro dele. Já confirmei a velocidade dele com várias <a href="http://www.blogueisso.com/wp-content/uploads/2007/05/lombadas.jpg" target="_blank">lombadas eletrônicas</a>. O frustrante disso para alguns é descobrir que enquanto seu velocímetro exibia 120 Km/h, na verdade você estava a 105 Km/h (essa diferença entre  o real e o velocímetro aumenta conforme a velocidade).</p>
<h5></h5>
<h5></h5>
<h5>Outras funções<img style="margin: 0px 0px 0px 5px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2262/2246079514_537f4a29f4_t.jpg" alt="" align="right" /></h5>
<ul>
<li>Bússola eletrônica &#8211; &#8220;calculada&#8221; por GPS não por magnetismo</li>
<li>Altímetro &#8211; também calculado. Não pude confirmar, mas fala-se que existe uma imprecisão de um ou 2 metros</li>
<li>Tabela de horários de nascer e pôr-do-sol e tabela de fases lunares &#8211; exibida para a região onde você está. Extremamente preciso.</li>
<li>Registro dos pontos de interesse &#8211; digamos que você tenha descoberto um restaurante bacana que não estava marcado no GPS ainda. Você aperta o botão &#8220;mark&#8221; para anotar a posição exata e pode escrever um texto/descrição (aqui o teclado virtual é bem enjoadinho)</li>
<li>Jogos &#8211; sim, tem alguns joguinhos <img src='http://www.semlencoesemdocumento.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </li>
</ul>
<h5>Integração com o PC</h5>
<p>Para os nerds, geeks e simpatizantes, o GPS é uma verdadeira festa. Com os programas que vem no CD de instalação ou o excelente (e nacional) <a title="http://www.gpstm.com/" href="http://www.gpstm.com/">GPS Tackmaker</a> <a href="http://farm3.static.flickr.com/2377/2245282989_c7731fb40b_o.jpg" target="_blank"><img style="margin: 5px 5px 0px 0px;" src="http://farm3.static.flickr.com/2377/2245282989_c5c1583438_m.jpg" alt="" align="left" /></a>você pode tanto programar sua viagem quanto verificar o resultado dela. Você pode, por exemplo, procurar e marcar a localização de um ponto turístico e enviar a informação para o GPS. Você pode ainda, posteriormente, descarregar as informações acumuladas, como caminhos percorridos, pontos de interesse marcados no caminho, etc. O programa da Garmin faz tanto o up como o download de informações do GPS, mas o GPS Trackmaker apenas permite o download.</p>
<p>O mais divertido fica por conta da Google com o seu Google Earth. A versão Pro permite descarregar as informações de viagens e com isso você pode ver o caminho percorrido sobre o mapa do Google Earth.</p>
<p>Na imagem ao lado (clique para ampliar) você pode ver um caminho que percorri (em cor turquesa) e vários pontos de interesse marcados (simbolizados pelas bandeirolas).</p>
<p>Outra <em>feature </em>do Earth é mostrar em tempo real sua posição no mapa enquanto seu micro estiver conectado ao GPS. Claro que isso só terá utilidade prática se você tiver alguma forma de conexão wireless com a internet para o Google Earth funcionar corretamente.</p>
<p>Em outro(s) post(s) mais específico(s) mostrarei o que (e como) você pode fazer com as informações descarregadas do Garmin.</p>
<h5>Finalizando</h5>
<p>De negativo, além do problema com a borracha e o teclado virtual complicado, o que senti falta nele foi  de um termômetro (mesmo que fosse um sensor externo).</p>
<p>Por outro lado, seus pontos fortes são sua construção robusta, interface amigável,  sua precisão e o fato da Garmin ser líder de mercado &#8211; isso significa que praticamente tudo que existe em matéria de softwares para GPS, funciona com o Garmin.</p>
<p>Para quem precisa de apenas um navegador para o carro, existem opções melhores. Mas para quem precisa de um GPS  que possa ser usado em qualquer situação, recomendo fortemente o Garmin 60CSx.</p>
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		<title>Rio Grande do Sul: praia, serra e capital</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 21:02:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cassio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiro]]></category>
		<category><![CDATA[hotéis]]></category>
		<category><![CDATA[pousadas]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de passar o Reveillon em Laguna, seguimos ao Rio Grande do Sul para passar uns dias.  Fomos a Torres, visitando os molhes, onde de um lado se tem a Praia Grande e do outro se vê a cidade de &#8230; <a href="http://www.semlencoesemdocumento.com.br/2008/01/24/rio-grande-do-sul-praia-serra-e-capital/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a style="padding-right: 5px; float: left;" title="Colors by Cassio Rogério, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/sricanesh/2201993801/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2273/2201993801_4471465560_m.jpg" alt="Colors" width="160" height="240" /></a> Depois de passar o Reveillon em Laguna, seguimos ao Rio Grande do Sul para passar uns dias.  Fomos a <a href="http://www.torres.com.br/" target="_blank">Torres</a>, visitando os molhes, onde de um lado se tem a Praia Grande e do outro se vê a cidade de Passos de Torres.  Torres é a cidade mais movimentada do litoral gaúcho, porém as praias, exceto para os surfistas, não são das mais convidativas.  A melhor vista se tem do <a href="http://torres.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=14&amp;Itemid=27" target="_blank">Morro do Farol</a>, onde se pratica parapente.   O <a href="http://torres.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=14&amp;Itemid=27" target="_blank">Parque da Guarita</a> abriga a praia de mesmo nome e tem infra-estrutura de lanchonete e banheiros.</p>
<p>A caminho de <a href="http://www.cambaraonline.com.br/" target="_blank">Cambará do Sul</a>, entramos novamente em Santa Catarina, na cidade de <a href="http://www.praiagrande-sc.com.br/" target="_blank">Praia Grande</a>, de onde se vê a parte baixa dos cânions.  Segundo informação que recebemos, as chuvas tinham enchido o rio e não seria possível irmos pelo caminho off-road.  Fomos até a <a href="http://www.pedraafiada.com.br/" target="_blank">Pousada Pedra Afiada</a>, a 8 km do centro da cidade, aos pés do Malacara, que possui mirante para observação e atividades.</p>
<p>[more]</p>
<p>A estrada para Cambará do Sul não é pavimentada e é muito pedregosa, exigindo cuidado, apesar da vista ser um show à parte.  Na cidade, ficamos hospedados na <a href="http://www.cambaraonline.com.br/?secao=ondeficar" target="_blank">Pousada Paraíso</a>.  Há poucas opções de alimentação, mas a pequena pizzaria <a href="http://www.cambaraonline.com.br/index.php?secao=ondecomer&amp;page=1" target="_blank">Sabor da Terra</a> foi uma ótima surpresa:  boa pizza, bom atendimento e ambiente agradável, onde os clientes podem discotecar raridades.  Outra opção de alimentação é <a href="http://www.cambaraonline.com.br/?secao=ondecomer" target="_blank">O Casarão</a>. <a style="padding-left: 5px; float: right;" title="Pizzaria Sabor da Terra by Cassio Rogério, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/sricanesh/2167852379/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2225/2167852379_01ee231bba_m.jpg" alt="Pizzaria Sabor da Terra" width="240" height="160" /></a></p>
<p>Nosso objetivo era visitar o <a href="http://www.bemtevibrasil.com.br/" target="_blank">Parque da Serra Geral</a> pela manhã e o <a href="http://www.bemtevibrasil.com.br/aparados.html" target="_blank">Aparados da Serra</a> à tarde, mas a chuva nos deixou apenas com o primeiro.  A entrada no Parque da Serra Geral é gratuita e fizemos as trilhas da Cachoeira do Rio do Tigre Preto, da Pedra do Segredo e a do Mirante, todas fáceis.  Passando pelas pedras da cachoeira se tem acesso à trilha para a Pedra do Segredo.  Pode parecer complicado, mas não é, a travessia é tranqüila e, com exceção de um pequeno trajeto entre a cachoeira e a Pedra do Segredo, todos as trilhas são a céu aberto. No caminho, uma pedra à beira do cânion permite visualizar a cachoeira de frente.  Poucos minutos depois, encontramos a Pedra do Segredo:  uma pedra com peso estimado de 30 toneladas equilibrada em uma pequena base.  A trilha do mirante fica um pouco mais adiante, seguindo de carro, que é deixado na entrada da trilha.  Se a neblina der trégua, é possível ver o cânion Fortaleza.  Subimos a trilha até o mirante, onde a neblina permitia a vista de uma ou outra parte da paisagem, porém esteve ali todo o tempo.  Menos sorte teve quem subiu depois de nós, que encontrou a neblina encobrindo a paisagem e o morro do mirante inclusive, além do princípio de trovoada que nos impediu de visitar o Parque Aparados da Serra.</p>
<p><a title="Templo Budista by Julye, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/_julye_marley/2169157300/"><img style="padding-right: 5px; float: left;" src="http://farm3.static.flickr.com/2397/2169157300_fbba393b62_m.jpg" alt="" width="160" /></a>Com isso, seguimos para <a href="http://www2.portoalegre.rs.gov.br/turismo/" target="_blank">Porto Alegre</a>, já loucos por opções de alimentação e, se não fosse pedir muito, por um restaurante vegetariano.  No caminho, passamos por diversas situações climáticas:  tempo fechado, chuvas fortes e sol de rachar.  Decidimos ir por Cachoeirinha, não seguir pela RS-020.  Paramos em <a href="http://www.saochico.com.br/" target="_blank">São Francisco de Paula</a> para um lanche rápido e seguimos viagem.  No caminho, fomos surpreendidos por uma placa indicando um centro budista em <a href="http://www.trescoroas.com.br/" target="_blank">Três Coroas</a>.  Orientações religiosas à parte, decidimos conhecer.  O <a href="http://pt.chagdud.org/index.php?option=com_content&amp;task=blogsection&amp;id=5&amp;Itemid=88" target="_blank">Centro Budista Khadro Ling</a>, da linhagem Nyingma do Budismo Tibetano Vajraiana, é aberto à visitação.  Antes, o visitante é convidado a assistir um vídeo de 8 minutos que explica a sua construção.  É permitida a visitação ao interior do templo, porém não fotografias, restritas à área externa.  O Centro conta ainda com loja (onde o preço é salgado) e banheiros.</p>
<p>Em Porto Alegre, ficamos no <a href="http://www.hotelexpress.tur.br/maua/" target="_blank">Hotel Express Mauá</a>, que consideramos &#8220;bom, bonito e barato&#8221;.  Próximo das principais atrações, com a vantagem de não ter os inconvenientes do centro:  figuras suspeitas e hotéis caindo aos pedaços ou caros demais.  O café da manhã (item de grande importância) é simples mas completo, o que estávamos sentindo falta.</p>
<p><a style="padding-left: 5px; float: right;" title="Anjo Caído by Cassio Rogério, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/sricanesh/2164403670/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2148/2164403670_a347b0c549_m.jpg" alt="Anjo Caído" width="159" height="240" /></a></p>
<p>À pé, fomos até o <a href="http://www2.portoalegre.rs.gov.br/turismo/default.php?p_secao=134" target="_blank">Mercado Público</a>, atração mais próxima e que conta com um SAT &#8211; Serviço de Atenção ao Turista, que nos forneceu o necessário:  mapa e endereço de um restaurante vegetariano.  Fomos a <a href="http://www2.portoalegre.rs.gov.br/turismo/default.php?p_secao=134" target="_blank">Praça da Alfândega</a>, onde ficam o Santander Cultural (fechado devido ao horário e que acabamos não visitando), o Memorial do Rio Grande do Sul (também fechado e não visitado) e o MARGS, fehcado e visitado à tarde.  Fomos até a <a href="http://www2.portoalegre.rs.gov.br/turismo/default.php?p_secao=134" target="_blank">Casa de Cultura Mário Quintana</a>, percorremos todos os andares e ficamos de voltar no fim da tarde ao Café Santo de Casa, no último andar, com vista para o Guaíba.  De lá, passamos pela <a href="http://www2.portoalegre.rs.gov.br/turismo/default.php?p_secao=143" target="_blank">Igreja Nossa Senhora das Dores</a> e visitamos o <a href="http://www.museumilitar.com.br/index2.html" target="_blank">Museu do Comando Militar do Sul</a>.  Por algum motivo nos sentimos extremamente seguros naquela parte da cidade, onde também fica a Brigada Militar e o prédio da Marinha.  Fomos ao <a href="http://www2.portoalegre.rs.gov.br/turismo/default.php?p_secao=134" target="_blank">Gasômetro</a> e retornamos para pegar o carro no hotel e procurar o Govinda, o tal restaurante vegetariano, em frente ao Parque Farroupilha.</p>
<p>Ambiente simples e boa comida vegetariana e indiana.  Como disse o Cassio, ir a Porto Alegre e procurar um bom restaurante vegetariano e não a melhor churrascaria é o cúmulo do vegetarianismo.  Eu penso que, montar um restaurante vegetariano no Rio Grande do Sul é também uma provocação e, portanto, tem o compromisso de ser bom.  Encontramos não apenas um, mas quatro restaurantes vegetarianos.  Ao lado do Govinda tinha outro, que se apresentava como &#8220;natural&#8221; e informava em frente o cardápio, que parecia bom.  A vantagem do Govinda é que oferecia comida indiana e optamos por ele, já que fomos até lá atrás dele justamente por oferecer comida indiana, que o Cassio aprecia.  Valeu a pena.</p>
<p>De volta ao hotel, descansamos um pouco e fomos visitar o <a href="http://www.margs.rs.gov.br/" target="_blank">MARGS</a> e a <a href="http://www2.portoalegre.rs.gov.br/turismo/default.php?p_secao=143" target="_blank">Catedral Metropolitana</a>.  Infelizmente, o <a href="http://www.teatrosaopedro.com.br/" target="_blank">Theatro São Pedro</a> estava fechado para reformas.  O tempo fechado frustou nossas expectativas de ver o pôr-do-sol do Café Santo de Casa, mas mesmo assim fomos jantar lá.  Um bem servido pedaço de provolone derretido com ervas, tomate seco e azeite fechou com chave de ouro o dia.  No dia seguinte, tomamos o rumo de casa, tendo visitado, em tão pouco tempo, praia, serra e capital do Rio Grande do Sul.</p>
<p><strong>Cambará do Sul </strong></p>
<p>Pousada Paraíso:  <span class="texto_2"><span class="texto_1"><strong><span style="font-weight: normal;">Rua Antonio Raupp, 558, Centro &#8211; tel.:  (54) 3251-1352</span></strong></span></span></p>
<p>Pizzaria Sabor da Terra:  Av. Getúlio Vargas, 1088, (em frente à praça da igreja)  tel.:  <span class="texto_2"><span class="texto_1">(54) 3251.1181 / 8115.7469</span></span></p>
<p>O Casarão Cantina e Galeteria:  Rua João Francisco Ritter, 969, <span class="texto_2"><span class="texto_1">tel.:  (54)  3251.1711<br />
</span></span></p>
<p><strong>Porto Alegre</strong></p>
<p>Hotel Express Mauá:  Av. Júlio de Castilhos, 342 &#8211; Centro, tel.:  (51)  3029-1000</p>
<p>Govinda:  Av. José Bonifácio, 605 &#8211; Farroupilha &#8211; tel.:  (51)  3332-1704</p>
<p>Café Santo de Casa:  Av. dos Andradas, 736, 7o andar &#8211; Casa de Cultura Mário Quintana &#8211; tel.:  (51)  3226-0789/3228-8194</p>
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		<title>Serra Catarinense</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Feb 2007 21:09:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cassio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Saímos de Blumenau com destino a Urubici. Era maio e não estava tão frio. Achamos a pousada, descarregamos nossas coisas e seguimos em direção a Cascata do Avencal. No caminho, uma parada rápida para ver as inscrições rupestres e a &#8230; <a href="http://www.semlencoesemdocumento.com.br/2007/02/02/serra-catarinense/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saímos de Blumenau com destino a <a href="http://www.urubici.com.br/" target="_blank">Urubici</a>. Era maio e não estava tão frio. Achamos a pousada, descarregamos nossas coisas e seguimos em direção a Cascata do Avencal.<br />
<a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/sricanesh/483277455/" target="_blank"><img src="http://farm1.static.flickr.com/230/483277455_cf1a37f009_m.jpg" alt="Avencal" width="160" height="240" align="right" border="0" /></a><br />
No caminho, uma parada rápida para ver as inscrições rupestres e a bela vista que se tem daquele local, já com a Cascata ao fundo.</p>
<p>A Cascata recentemente passou a ter um estrutura de atividades radicais, incluindo uma tirolesa que passa sobre o vale. Mas com 100 metros de queda livre, eu não me arrisco. Da beirada da cachoeira já é possível ter noção da altura e da beleza do lugar. Não contentes em vê-la de cima, fomos até a parte baixa. Uma estrada leva até uma parte do caminho, o restante seguimos à pé. Vale a caminhada. A cascata vista de baixo é muito linda e o interessante é que, assim que a água cai, ela penetra no solo, não corre sobre a superfície. Chegar próximo à base não é tarefa das mais fáceis: as pedras são lisas, de difícil acesso e os respingos (muito frios!), infelizmente, nos impediram de tirar as fotos desejadas.</p>
<p>Em toda a região, as estradas de barro são uma atração à parte, ladeadas por sítios e paisagens.</p>
<p>[more] A Cascata Véu de Noiva sofre com a falta de água, podendo não ser tão exuberante, dependendo a época.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="http://farm2.static.flickr.com/1190/1254101322_f5869a9dbf_m.jpg" alt="" width="240" height="180" align="left" border="0" />O <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Morro_da_Igreja" target="_blank">Morro da Igreja</a>, ponto mais alto habitado do sul do Brasil, com 1.828 m, abriga uma base da Aeronáutica. Lá, foi registrada a temperatura mais baixa do país, -17,8 graus em 1996. Encontrar o Morro sem neblina é uma loteria. Subimos até lá no primeiro dia, mas não enxergávamos nada há um metro de distância. No dia seguinte voltamos, porém foi só o tempo de ver a Pedra Furada, armar o tripé e correr para tirar a foto, pois a neblina em instantes cobriu toda a paisagem. A vista é lindíssima.</p>
<p>Saindo do centro da cidade, seguimos até a Serra do Corvo Branco, onde a estrada passa entre uma enorme fenda em rocha. Do mirante, se vê alguns metros de estrada asfaltada. Aí é que está a sacanagem. No dia seguinte, descemos a Serra do Rio do Rastro com o objetivo de retornar a Urubici subindo pela Serra do Corvo Branco. O que não sabíamos é que apenas os metros finais eram asfaltados. Subimos a estreita estrada de terra, com muitas pedras (o pneu furou logo no início) em um sofrido Corsa. Quando encontrávamos um carro no sentido contrário era um problema. A última parte do trajeto, muito íngreme, foi a prova de fogo do Corsinha.</p>
<p>No Morro da Cruz, localizado dentro de um sítio (é só abrir a porteira e entrar) é preciso fazer uma pequena caminhada, que vale a pena. A vista é linda.  Dica:  leve uns trocados, pois é cobrada entrada (R$ 1,00 ou R$ 2,00) na Cascata do Avencal e no Morro da Cruz.</p>
<p>Fomos conhecer <a href="http://www.serracatarinense.com/index2.html" target="_blank">São Joaquim</a>, a cidade mais comentada quando se trata de frio. Não há nada para ver ou fazer, foi decepcionante. Urubici é muito mais charmosa.</p>
<p>De lá, pegamos a estrada para descer a Serra do Rio do Rastro. Uma parada no mirante, para esperar a neblina baixar. Não se via nada e aproveitamos para comer pinhão feito na hora e ver os quatis que sobem até o mirante para ganhar pinhão, salgadinhos e guloseimas dos turistas.</p>
<p>Sem sinal de trégua da neblina, resolvemos descer a serra mesmo assim. Logo abaixo já não havia mais neblina e pudemos ver a paisagem que ela escondia.</p>
<p>No retorno a Urubici, passamos para olhar as esculturas em pedra de Zeca Diabo, na cidade de <a href="http://www.cprm.gov.br/coluna/ponto_0.html" target="_blank">Orleans</a>. De lá, nossa já contada saga para subir a Serra do Corvo Branco.</p>
<p>Voltando pra casa, sentido Florianópolis, uma placa indicando um mirante na cidade de Rancho Queimado nos levou a uma belíssima surpresa: um chapadão com uma vista linda!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://farm1.static.flickr.com/207/513554465_03ca5d0063.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>Alimentação: Em Urubici, o Zeca&#8217;s é uma opção honesta de alimentação. Serve lanches, porções, pizzas e outros pratos a um preço justo.</p>
<p>Zeca&#8217;s bar: Av. Adolfo Konder, 522 &#8211; Tel.: (**49) 3278-4501</p>
<p>Hospedagem: Urubici é uma cidade pequena e os moradores aproveitaram a procura dos turistas para transformar as casas em aconchegantes pousadas. Tanto a Pousada das Flores como a</p>
<p><a href="http://www.urubici-sc.com.br/arcanjorafael/index.xml" target="_blank">Arcanjo Rafael</a> são opções baratas e aconchegantes. Na segunda, onde ficamos este ano, trabalham apenas os donos da casa, um casal muito simpático. Ela mesma prepara alguns itens do café da manhã, como geléias com frutas da região e, para quem, como o Ka, tem restrição à glúten, roscas de polvilho quentinhas e biscoitos de amendoim. Até ganhamos biscoitos para a viagem de volta!</p>
<p>Pousada Arcanjo Rafael: Rua: Hipólito da Silva Matos, 189 &#8211; Tel.: (**49) 3278-4121</p>
<p>Pousada das Flores: Av. Adolfo Konder, 2273 &#8211; tel.: (**49) 3278-4107</p>
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